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Varejo & Experiência

Qual o futuro desse futuro?

Richard Vinic
Richard Vinic é palestrante, consultor, professor e apaixonado pelo mundo das compras

Muitos são os eventos realizados no Brasil e por esse mundo afora para tratar de entender o comportamento do consumidor e antecipar novos hábitos de compra e tendências de consumo. Aquele período em que se fazia a gestão de um consumidor mais previsível parece estar cada vez mais distante, restando a constatação de que aquele “futuro” pelo qual se esperava – e muitos especialistas desenhavam – parece finalmente ter chegado.

E qual o resultado de tudo isso? Em muitos momentos, fica a clara a sensação de que todos estão perdidos, tentando, em meio a tanta tecnologia, difusão de novos conceitos e gestão de tanta informação, acompanhar a velocidade de algumas dessas mudanças sem, ao certo, ter a certeza de que estão no caminho correto.

Não se trata de uma visão pessimista, mas talvez de uma observação de que se fala o óbvio, repete-se o mesmo de formas diferentes. É cada vez mais o mais do mesmo! Fala-se muito em novos formatos de loja, experiência de compra, acesso ao crédito, ascensão de classes populares, fidelidade, multicanal… Ufa! Como acompanhar e sobreviver nesse mar de inovações, rupturas e incertezas?

Não se pode deixar de enxergar importantes mudanças no comportamento do consumidor, especialmente quando se analisa o público brasileiro, mas, focando no seu universo, qual o impacto de todas essas mudanças na sua óptica?

O futuro chegou e traz um consumidor mais exigente, das gerações Y e Z, da interatividade e da prestação de serviços. E qual será o futuro desse futuro? Como estará o mercado daqui a cinco, dez ou 15 anos? Qual a projeção que você faria para o segmento óptico? Faço o convite para pensar e desenhar você mesmo esse futuro. A partir de sua história e seu conhecimento, competências e habilidades, trate de pensar um pouco nos próximos anos. Desafie alguns conceitos ou verdades, olhe sob diferentes perspectivas e seja ousado.

Entendo que a óptica permite e carece de mais ousadia, de ouvir um pouco menos o que se determina como verdade única para todo o varejo e direcionar um olhar para um futuro com uma personalidade única. Inovando, entendendo e atendendo o que será a demanda do consumidor, suas ansiedades e necessidades.

E você, qual a sua opinião? Qual o futuro do consumo no segmento óptico? Quer ajudar a construir esse futuro?

 

 

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