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Espaço do Eric

Por trás da adição parte 2

Eric
o óptico francês está estabelecido em Curitiba com a óptica Eric Gozlan Lunettes
Em mais um capítulo da série em que desvenda os mistérios da adição, o colunista Eric Gozlan dedica-se às lentes multifocais.
Eric Gozlan

Na edição anterior, abordei a importância de manter a adição abaixo de 3.00D e agora mostro como é importante manter, na medida do possível, a adição mais baixa no caso da adaptação de lentes multifocais.

Quando a adição é maior do que o necessário no uso de lentes multifocais, o usuário será obrigado a ler em uma distância reduzida e menor do que a de costume. Para ler entre 35 e 40 centímetros, será obrigado a usar a zona de visão intermediária e poderá se queixar de um campo visual muito estreito.

Uma adição alta também reduz os campos visuais e aumenta as distorções laterais, o que compromete o desempenho visual. Assim, no momento da refração, a correção da visão para longe deve ser sempre a mais convexa (positiva) a fim de se obter a adição mais baixa possível. Por fim, deve-se sempre evitar aumentar +0.25D na adição no caso de multifocais.

A seguir, uma tabela para orientar a avaliação da adição prescrita em função da idade do cliente. Os valores apenas representam médias e podem sofrer variações de pessoa a pessoa.

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