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Carlos Sousa: perda para o setor

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Antes que acabasse, o ano de 2010 deixou uma marca de pesar para o mercado óptico nacional: a morte do fundador e presidente da Master Glasses, Carlos Sousa, da gerente de relações internacionais Cláudia Cazaes e do motorista Jadson Cruz em acidente de carro na madrugada de 5 de dezembro no quilômetro 55 da BR-116, na altura de Chorrochó, interior baiano. Os três seguiam a trabalho rumo a Petrolina, cidade no estado de Pernambuco.

Carlos Sousa tinha 47 anos, deixa a viúva Elisabete Valverde e os filhos Laís e Tiago Valverde Sousa e em 2011 completaria três décadas de óptica. Iniciou sua vida no mercado em 1981 na Ótica Davi, no centro de Salvador, como servente de limpeza de onde saiu como gerente após sucessivas promoções. Depois passou pela Fábrica de Óculos, a Universal e a Fotolândia, na década de 90.

Nessa época, já tinha Elisabete Valverde a seu lado, que vislumbrou a possibilidade de ganhar dinheiro como representante autônoma de óculos. Rapidamente, ela teve a certeza de que era um negócio rentável e, em 1994, o casal abriu a distribuidora Optimax. Em 1999, com a queda de atratividade dos produtos importados por conta da subida do dólar frente ao real, Sousa decidiu dedicar-se à indústria e no ano seguinte abriu a Master Glasses, fábrica situada em Lauro de Freitas, na grande Salvador, que celebrou uma década de existência em 2010.

A Master Glasses retomou suas atividades em 9 de dezembro com Elisabete, Laís e Tiago na direção.

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