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A estreia de Guga Kuerten

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Pela primeira vez, o catarinense Gustavo Kuerten, o maior tenista brasileiro de todos os tempos – há três anos marca de óculos em parceria com a Lougge -, marcou presença em um evento do setor. E escolheu a edição 2011 da MinasÓptica para fazer a sua estreia.

Com a sua retirada do esporte em 2008, Guga passou a se dedicar mais ao Instituto Guga Kuerten (IGK), cuja presidência divide com a mãe, Alice Kuerten. A entidade conta com vários projetos de inclusão, como o Fundo de apoio a projetos sociais (FAPS), o prêmio IGK, dedicado a quem se destaca no desenvolvimento de projetos sociais, ações educativas e na veiculação de reportagens sobre deficiência ou educação infantil e o programa Campeões da Vida, que oferece oficinas de tênis e esportes complementares paras crianças de comunidade menos favorecidas economicamente. Além disso, também usa seu tempo na gestão das licenças que levam seu nome – uma delas é Lougge, com os óculos, e outra, com a Grendene, que desenvolve e produz sandálias de plástico.

Guga também será um dos responsáveis pela coordenação do projeto olímpico de tênis Rio 2016, em parceria com o ministério do Esporte, a Academia Larri Passos e a Confederação Brasileira de Tênis.

Antes de ser recebido no stand pelo público e a imprensa local, concedeu com exclusividade uma entrevista à editora da VIEW, Andrea Tavares. Leia a seguir os melhores momentos desse agradável bate-papo.

Fale um pouco sobre o trabalho com a Lougge.

Já são três anos de parceria. É interessante, porque o trabalho é muito próximo e há uma grande influência no desenvolvimento do produto. No começo, pensei em como poderia ser mais útil, já que fazer óculos não era minha especialidade mas, desde o início, ocorreu um sincronismo interessante.

Procuro estar ciente de todos os pequenos detalhes que envolvem meu nome. Hoje em dia, tenho algumas vantagens, como mais tempo livre – que antes eu não tinha, por estar sempre viajando – e o desafio de manter o mesmo padrão de excelência que tinha dentro das quadras.

Você participa do desenvolvimento do produto?

No começo, a meta foi colocar minha identidade no produto. O que define bem o trabalho com a Lougge é que as duas partes exploram as qualidades da parceria. Eu e minha equipe entramos com a imagem Guga, com o know-how de 20 anos de trabalho e sei que tenho parceiros dispostos a encontrar um produto diferente e desenvolver coleções que tenham a ver com meu estilo. A Lougge entendeu quem eu sou e trabalha para entregar os resultados no padrão que estou acostumado. O desafio agora é conseguir aumentar a quantidade sem perder a qualidade.

Atualmente, participo do início ao fim do desenvolvimento da coleção. Discutimos ponto-de-venda, preço e analiso o público-alvo.

Como é sua relação com óculos?

Constante. Usava óculos de grau até fazer a cirurgia de astigmatismo, há uns cinco anos. E, para jogar, usava lente de contato. Solares eu uso sempre e tenho muitos, mas perco vários.

Sua coleção é vendida só no Brasil?

Atualmente só no Brasil, mas estamos pensando em expandir para América do Sul a partir do ano que vem.

E como é passar de atleta a garoto-propaganda da própria marca?

Eu me adaptei bem. Hoje já conheço todo o esquema de produção, sei que demora e consigo enxergar mais a importância da propaganda.

Guga Kuerten estreou no mercado durante a MinasÓptica 2011

Ao centro, Guga posa com a equipe da Lougge

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