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Enquanto a Copa não vem…

...o brasileiro cuida de atingir seus objetivos, administrando sua vida e seus negócios em um ano tão atípico como esse de 2014. Foi assim para o mercado óptico, que teve a 12ª edição de sua feira anual, a Expo Abióptica, realizada três semanas antes do habitual - mais precisamente, de 2 a 5 de abril, nos pavilhões Azul, Verde e Vermelho do Expo Center Norte, sediado na Vila Guilherme, zona norte da capital paulista.
Andrea Tavares, Angélica Pinheiro, Cíntia Marcucci e Sabrina Duran Becaclick e Flavio Bitelman

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Brasileiros por excelência começam o ano a meio passo, naquele espírito de verão e cientes de que o Carnaval os espera dentro de algumas semanas. Mesmo quem usa os festejos de Momo para descansar e isolar-se do mundo, tem em mente que o ano, de fato, começa na segunda-feira após o Carnaval. O que dizer então de um ano com Carnaval caindo em março, o país sediando a Copa do Mundo da Fifa, simplesmente o esporte que é praticamente religião nesta nação, e ainda com eleições presidenciais? Há quem possa – ou opte – por fazer de 2014 um ano de exceção e só encarar novos projetos e vida real a partir do Carnaval do próximo ano, mas, para muitos, a vida e os negócios não podem parar.

Empresários e profissionais ópticos se enquadram nessa categoria de que é preciso fazer as coisas acontecer e, para muitos, janeiro chegou cheio de agitação. A tal leseira natural que acomete quem vive nesse país precisou ser aposentada pelo menos em 2014. Foram muitos os testemunhos tanto do varejo, como de laboratórios e de fornecedores do mercado que o ano começou mais agitado que o normal em termos de movimento. Bom sinal não apenas em termos do que estava por vir, mas também pelo fato de o segundo semestre não ter sido tão bom quanto o previsto.

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Três semanas mais cedo – Retrato disso, a Expo Abióptica, promovida pela Associação brasileira da indústria óptica (Abióptica) também andou três semanas para frente no calendário. Realizada tradicionalmente na quarta semana de abril, ocorreu este ano de 2 a 5 de abril, a menos de uma semana de distância da nova-iorquina Vision Expo East. Para muitos, não a melhor época quando se leva em conta que o primeiro mês é repleto de compromissos para lojistas. Crença ou não, quem passou pela feira sentiu os corredores um pouco mais vazios. Os números de circulação se mantiveram semelhantes, já que os leitores eletrônicos registraram um suave aumento em relação ao ano passado: circulação de 24.660 pessoas este ano contra 23.270 em 2013. Há quem diga que os corredores estavam vazios porque havia mais gente fechando negócios nos estantes ou, então, aperfeiçoando-se no Espaço Saber – o interesse crescente por treinamento, aliás, foi uma tendência do evento este ano. Segundo a sondagem da equipe da VIEW entre boa parte dos expositores nos dois últimos dias da feira, não houve unanimidades nas opiniões. Boa parte gostou dos resultados, mas muitos também observaram a diminuição de público nos corredores.
Segundo o presidente da Abióptica, Bento Alcoforado, o volume de negócios da feira ficou em R$ 794 milhões, suplantando em 26% o movimento de 2013. Quanto aos corredores mais vazios, explica, “cada vez mais, a feira fica caracterizada pela fórmula de crescimento baixo de público, porém mais negócios e contatos”.

Os expositores se prepararam ainda melhor para receber os visitantes, afinal, depois de duas edições do evento muito bem-sucedidas, nada mais justo do que investir na participação. Até porque a lição “de casa” já foi feita: desde 2009, o mercado passou por várias transformações: o varejo começou a levar a sério a profissionalização e seus fornecedores, por outro lado, respondendo e estimulando à altura. Novas práticas comerciais começaram a se estabelecer e tais práticas comprometiam, em partes, o papel de uma feira de negócios. Mas nada como a sabedoria adquirida com a experiência para adequar-se aos novos tempos. Cada vez mais, a feira é uma oportunidade riquíssima de estabelecer novos contatos e enriquecer outros já existentes e, o que é muito importante, de aprender mais. Não apenas aprender no sentido de conhecer novos produtos e novos profissionais, mas de dedicar algumas horas de participação ao treinamento em si.

Para saber mais – Este ano, a Abióptica conferiu a uma entidade educacional de fato, a Organização Waldir Paes, de Santos/SP, o comando de seu Espaço Saber. Tudo leva a crer que a escolha foi acertada, já que contou com mais de 500 participantes em 25 palestras e 25 workshops. Impossível comparar com o ano anterior, porque não foram fornecidos registros objetivos de participantes, mas, pelos corredores, muitos ópticos repercutiam os treinamentos assistidos. Sem falar nas oportunidades de aperfeiçoamento oferecidas por vários expositores em seus próprios estandes, cujas salas de aula passaram cheias a maior parte do tempo.

Área revitalizada – Diante da demanda superior à oferta de espaços nos três pavilhões da feira, a Abióptica decidiu investir no mezanino, “revitalizando” seu espaço físico e abrindo estandes nesse piso. O resultado foi bem interessante em termos estéticos e parece até que em termos de movimento, inclusive por conta do Espaço Saber, também localizado nesse mesmo piso. E, por falar em mezanino, o que ainda deixou a desejar foi a alimentação, que ainda merece uma atenção especial da organização.

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Depoimentos

 

Maurício Confar, Essilor

Maurício Confar, Essilor

“A Expo Abióptica de 2014 foi ótima para a Essilor. Na véspera da feira, o Fórum Essilor obteve uma repercussão satisfatória entre os clientes que participaram. Para a Expo, a empresa apresentou um bom mix de produtos e, no primeiro dia, deu para perceber que o desempenho da empresa seria bom. As salas de reunião e de treinamento permaneceram cheias quase todo o tempo. A venda de equipamentos e a participação dos clientes nas atividades também agradaram.”

 

Celso Ribeiro, GO

Celso Ribeiro, GO

“Foi tudo perfeito. A GO participa da feira há mais de dez anos e sempre teve um bom retorno. Este ano, o estande cresceu para oferecer mais conforto aos clientes. Apesar da ausência da Ana Hickmann por conta da licença-maternidade, várias outras celebridades compareceram, o que também gerou um ótimo retorno de público.”

 

Alvaro Lahm (Luxottica)

Alvaro Lahm (Luxottica)

“A feira continua tendo um papel institucional importante para o mercado. A Luxottica apresentou suas novas coleções e aproximou a diretoria da empresa e clientes mais distantes. Em termos de negócios, a Expo Abióptica foi um pouco mais fraca do que o ano passado. Acredito que o período em que a feira ocorreu influenciou na movimentação, já que é a semana do mês em que o cliente está pagando impostos e fazendo folha de pagamento, o que resultou em uma visitação mais baixa.”

 

Marcelo Pacheco (Marchon)

Marcelo Pacheco (Marchon)

“A Marchon teve um desempenho aproximadamente 20% maior em relação ao ano passado, quando a empresa já havia registrado alta de 130% em relação a 2012. O fluxo de pessoas foi um pouco menor em relação ao ano anterior, mas, em termos de negócios, o aproveitamento foi bem mais eficaz, uma vez que pelo menos 75% das mesas estavam ocupadas com o fechamento de vendas.”

 

Silvio Cornaviera, Suntech Supplies

Silvio Cornaviera, Suntech Supplies

“A Suntech cresceu 35% em vendas em relação à feira de 2013. O estande estava maior e muito bem posicionado. Foi feito um investimento maior, inclusive na equipe, que cresceu. De modo geral, deu para ver que as empresas investiram bastante e que a divulgação pré-feira da Abióptica melhorou. Em termos de público, senti que a visitação foi igual à do ano anterior. O fluxo baixíssimo na sexta-feira reflete uma característica da cidade, que é o trânsito, o que causa a dificuldade de chegar e o receio que as pessoas têm de se locomover em São Paulo nesse dia.”

 

Vanessa Johns (Transitions)

Vanessa Johns (Transitions)

“Em todos os eventos dos quais a Transitions participa, a proposta é de posicionamento e conceito de marca. Nos dois primeiros dias, o movimento de público foi muito bom. Para a Transitions, houve um grande interesse dos profissionais, ainda maior por conta do lançamento de uma nova tecnologia de lentes, a Transitions Signature. Isso mostra que o mercado está participando, se interessando e conhecendo os lançamentos. E, ao circular pela feira, foi possível ver estandes bem preparados, com uma apresentação muito boa.”

 

Demian Moraru, Brazilian Lab

Demian Moraru, Brazilian Lab

“A Abióptica foi excelente, houve recorde de vendas. Graças a um bom mix de produtos e aos lançamentos, o resultado não poderia ter sido melhor, o estande recebeu clientes de todas as regiões de país. Além do bom número de vendas concretizadas, a equipe de vendas conseguiu estabelecer novos contatos, que devem resultar em mais negócios ao longo do ano.”

 

Jorge Haubrich, CM

Jorge Haubrich, CM

“A feira foi muito boa para a CMsatisloh, principalmente, porque é a primeira empresa brasileira a ter uma linha digital, de free form, financiada pelo Finame, a linha de crédito do BNDES”.

 

Maurício Granato, Desempenho

Maurício Granato, Desempenho

“Neste ano, a feira registrou um movimento bom, mas com poucos negócios. Comparativamente com outras edições, avalio que a Expo Abióptica continua com o mesmo perfil, boa para realizar contatos que, ao longo do ano, podem se tornar novos clientes. A feira também teve uma boa mudança de perfil: há dez anos, pessoas do Norte e do Nordeste vinham em peso e hoje não mais. Elas acabam sabendo das novidades em sua própria região mesmo, o que impacta no número de visitantes da feira.”


Regina Garcia (Mello)

Regina Garcia (Mello)

“A empresa vem de uma transição de representação de Nidek e isso fez os clientes se aproximarem mais a fim de estreitarem as relações comerciais. No entanto, esperava-se um pouco mais de fluxo de público. A nova localização do estande diminuiu um pouco a evidência e, com isso, foi preciso fazer maiores investimentos em marketing, com sinalizações e totens, para garantir que o público visualizasse bem a Mello no novo espaço.”

 

Cesar Tavano (Stepper Brasil)

Cesar Tavano (Stepper Brasil)

“Essa foi a melhor feira da Stepper. No decorrer do último ano, a empresa ‘encorpou’ em termos administrativos e de oferta de produtos, o que refletiu na Expo Abióptica 2014. O estande veio com maior espaço, maior equipe, com mais oferta e melhor resultado. No terceiro dia de feira, os números já haviam batido os de 2013.”


Juarez Rezena, JR Adamver (Mormaii)

Juarez Rezena, JR Adamver (Mormaii)

“Com a nova estrutura corporativa da JR Adamver, o fato de reunir as três marcas (Absurda, Colcci e Mormaii) em um único estande otimizou o trabalho, refletindo na qualidade dos pedidos. Houve um crescimento de 37% em número de peças e 45% em volume financeiro no comparativo com o ano passado, reflexo das novas linhas de produtos com maior valor agregado.”

 

Celso Ideriha, Fenícia

Celso Ideriha, Fenícia

“A Fenícia fechou muitos bons negócios, apesar de eu ter observado que a frequência de público não foi igual a de anos anteriores. Houve mais clientes de São Paulo, mas a visita de pessoas de outras regiões foi abaixo do esperado. O fato de multinacionacionais terem feito eventos paralelos à Expo Abióptica acabou por levar clientes que poderiam ter ido à feira.”

 

Laís Sousa (Master Glasses)

Laís Sousa (Master Glasses)

“A feira foi surpreendentemente positiva para a Master Glasses. O índice de novos clientes foi recorde. Houve um elevado fluxo de compradores desde o primeiro dia, o que não era costume ser o perfil do evento. Credito esse sucesso ao trabalho de longo prazo realizado pela empresa, à modernização da fábrica na Bahia e à consolidação da equipe guerreira e dedicada.”

 

Marcos Pohlmann (Younger Optics)

Marcos Pohlmann (Younger Optics)

“O desempenho da empresa foi superior ao do ano passado. Em 2013, a Younger estreou na feira, a empresa ficou mais visível para o mercado e houve aumento da base de clientes. Este ano foi até uma surpresa, porque a localização do estande foi mudada, o que talvez não parecesse tão bom quanto no ano passado, mas na realidade foi melhor. Isso gerou um fluxo maior de pessoas e mais negócios. A empresa recebeu não apenas potenciais novos clientes, como também os atuais que apareceram para consolidar o relacionamento.”

 

José Carlos Piran, J.Piran

José Carlos Piran, J.Piran

“O desempenho da J.Piran foi positivo, tanto pelo número de vendas quanto pelos relacionamentos retomados e os amigos que visitaram o estande. Foi muito bom poder constatar e compartilhar com a equipe de vendas que o projeto da empresa é viável, mesmo em um mercado tão difícil quanto o dos dias de hoje. Foram muitos elogios e muitas visitas agendadas para o pós-feira.”

 

João Basile, Jaguar

João Basile, Jaguar

“De forma geral, a Expo Abióptica foi muito boa. Notei a ausência de visitantes do interior de São Paulo, que têm priorizado negócios fora da feira, e algumas festas que retiraram clientes muito cedo do pavilhão. Outro detalhe que percebi é que muitos clientes são atraídos para eventos que ocorrem antes da Expo e acabam voltando às suas cidades após uma rápida visita à feira no primeiro dia.”

 

Daniel Fonseca, JR Adamver (Colcci)

Daniel Fonseca, JR Adamver (Colcci)

“A empresa alcançou seus objetivos, expôs muito bem as marcas e recebeu clientes e amigos importantes. No entanto, acho que a feira precisa criar uma prospecção maior e de melhor impacto junto ao mercado, resgatando e incentivando a frequência por meio de promoções e atrações para os lojistas.”

 

Geraldo Maia (Viva Brasil)

Geraldo Maia (Viva Brasil)

“Até o meio da feira, os resultados estavam mais ou menos equivalentes aos do ano passado, mas a meta era de um movimento um pouco maior. Normalmente, os bons dias de movimento são o segundo e o terceiro. O primeiro foi basicamente equivalente ao do ano passado; o segundo começou muito fraco, mas melhorou no fim do dia; o terceiro se comportou como o segundo. A julgar pelas expectativas iniciais, os expositores estavam esperando mais. Parece que o varejo não foi muito bem nesse último mês e isso influencia bastante.”

 

Marcelo Abrikian (Multfoco)

Marcelo Abrikian (Multfoco)

“Em princípio, o primeiro dia de feira foi bastante tranquilo. Já o segundo, bastante movimentado. Há um interesse bastante definido dos ópticos e dos laboratórios em investir em equipamentos de ponta. Em termos de resultado, houve aumento em relação ao ano passado já no segundo dia. Apesar da conjuntura atual do país, esse resultado motiva a Multfoco a apostar em novas tecnologias e em inovação.”

 

Tom Lyra (Óticas Carol)

Tom Lyra (Óticas Carol)

“Este ano foi um divisor de águas para a Carol. A empresa vende imagem, e como imagem, precisa ser a primeira a ser vista. Estrategicamente, o estande foi mudado para a entrada. Isso gerou um fluxo de pessoas muito grande. As metas foram atingidas no segundo dia de exposição e as expectativas foram superadas.”

 

Caio Vicentini, Johnson & Johnson

Caio Vicentini, Johnson & Johnson

“A Expo Abióptica é um momento importante para a Johnson & Johnson, hora de encontrar com os clientes de todo o Brasil e iniciar também novas parcerias. O estande recebeu, em media, 370 visitas por dia, o que gera um total de cerca de 1,5 mil visitantes. Além disso, foram treinadas 320 pessoas nos quatro dias da feira.”

 

Edy Titelbaum (Optitex)

Edy Titelbaum (Optitex)

“Daria nota dez a essa feira, mas como sou bastante otimista, dou 15 em todos os aspectos: organização, clientes e vendas. Nos dois primeiros dias, a empresa vendeu muito mais do que toda a feira de 2012 – no ano passado, a Optitex não participou. Impressionante o otimismo dos ópticos, o que mostra a magnitude do mercado, que deve crescer bastante.”

 

Thiago Grava, JR Adamver (Absurda)

Thiago Grava, JR Adamver (Absurda)

“Este ano, a empresa unificou as três marcas (Absurda, Colcci e Mormaii) em um estande só e foi um desafio. Não havia certeza de que forma essa mudança seria vista pelos lojistas e o saldo foi muito positivo. As três marcas, cada uma em seu ambiente, se destacaram.”

 

Fabrício Matsumura (Shamir)

Fabrício Matsumura (Shamir)

“A feira foi surpreendente para a Shamir. Houve, pelo menos, três vezes mais público e negócios. No ano passado, a empresa ainda estava se estabelecendo. Em 2014, toda a equipe está mais bem preparada e o cliente conhece melhor a empresa – a carteira de clientes mais que dobrou do ano passado para cá. Isso tudo contribuiu para os resultados positivos.”

 

Vitor Domingos (Optisol)

Vitor Domingos (Optisol)

“A Optisol voltou este ano à feira após dez anos de ausência. Fui procurado pela Abióptica e achei que já era hora de voltar. O estande ficou no mezanino, mas, apesar da sinalização, as pessoas não sabiam muito bem – muita gente acabou encontrando a empresa ao passar para ir ao restaurante. Eu já imaginava que isso pudesse ocorrer. Não foi ruim, mas também não posso dizer que foi excelente. Diria que esteve dentro de uma expectativa média. De uma maneira geral, a feira estava bonita. Acho que havia algumas coisas exageradamente grandes para o mercado de hoje, mas isso faz parte do mundo corporativo.”

 

Erica Beneguer (Vision Line)

Erica Beneguer (Vision Line)

“A feira foi boa. O primeiro e segundo dia foram muito bons. A expectativa de crescimento era de, no mínimo, 20% em relação ao ano passado. Muitos clientes da empresa apareceram. Com a mudança dos estandes, a localização da Vision Line não foi muito boa, pois ficou ‘nas costas’ de outro estande. Contudo, o interessante da Expo Abióptica é que, como as pessoas já sabem quem estará expondo, acabam procurando e encontrando os estandes que desejavam visitar.”

 

Wilson Escudeiro (Wilvale De Rigo)

Wilson Escudeiro (Wilvale De Rigo)

“A empresa recebeu o dobro de visitantes comparando-se com 2013. Inúmeros clientes se mostraram especialmente interessados e abertos para estabelecer parcerias sólidas. O total de novos contatos também foi bem maior por conta do jogador Neymar Junior como garoto-propaganda da Police. Há também o trabalho de venda após, que gera muito retorno. A expectativa de crescimento é de 30% no período.”

 

Kako Breternitz, Brevil

Kako Breternitz, Brevil

“O estande teve um movimento muito bom de clientes no primeiro e no segundo dias. No terceiro e no quarto dias, percebi que o número de visitantes caiu. Senti falta de clientes do Nordeste, do Norte e do Sul, que a Brevil já chegou a atender em bom número em outras edições da Expo Abióptica.”

 

Mais

Os pontos altos do evento

Um resumo das palestras matutinas

O desfile de celebridades

Os eventos que agitaram a semana da óptica

Quem marcou presença na feira

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