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A óptica no mundo

A óptica morde a maçã

Nos últimos dois meses, Nova York foi brindada com novos top projetos de varejo óptico. O primeiro é a estreia da grife alemã de design óptico Mykita nos Estados Unidos, com seu primeiro ponto de venda na cidade que nunca dorme. Já a Sunglass Hut, com presença maciça no país e um dos carros-chefe da divisão de varejo da corporação italiana Luxottica, inaugurou no começo de setembro sua loja-conceito no Times Square, a região da cidade com maior circulação de público.

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Sunglass Hut

Times Square. O ponto de Nova York que melhor traduz um de suas descrições (“a cidade que nunca dorme”) recebeu no início de setembro a loja mais high tech da Sunglass Hut, localizada no número 1540 da Broadway (esquina com a 45th Street). Tudo tecnologicamente pensado para proporcionar a mais sedutora experiência de compra aos consumidores.

No meio da loja, há uma área batizada de “Sunglass Bar” (do inglês, “bar de óculos solares”), onde os consumidores podem provar os óculos à vontade e compartilhar fotos em seus perfis de redes sociais. Além disso, o clima high tech fica por conta de um telão gigante de led, que “anima” o ambiente em uma orquestração com os sistemas de iluminação e música.

Mas as atrações não param por aí. Fica do lado de fora da loja, que tem área de 130 metros quadrados e estoque de cerca de 1,6 mil óculos solares, o maior e mais tecnológico chamariz: a Eye Candy, sistema 24 horas instalado na vitrine para que os consumidores provem os óculos digitalmente e possam comprá-los por meia de uma tela touch screen.

Experiência inovadora: a nova loja da Sunglass Hut no coração de Nova York tem até vitrine com sistema digital 24 horas para provar e comprar óculos

© Divulgação

 

Mykita

A marca alemã chega aos Estados Unidos ao abrir uma loja no descolado bairro do Soho (no número 109 da Crosby Street). Esse é seu oitavo ponto de venda pelo mundo: são quatro na Europa (Berlim, Paris, Viena e Zurich), dois na América Latina (Monterrey, México, e Cartagena, Colômbia) e um na Ásia (Tóquio).

O projeto arquitetônico segue o mesmo conceito das lojas da rede com elementos como a parede branca com fundo iluminado que expõe os óculos e móveis com rodinhas que, além de servirem de “estoque ambulante”, também fazem as vezes de balcões de atendimento. Um toque final à arquitetura dessa loja é a iluminação noturna da tubulação de metal aparente no teto – hoje apenas algo decorativo (no passado, tratava-se do sistema anti-incêndio do local) e que remete à origem industrial do imóvel.
Tratando de aspectos técnicos, o ponto de venda conta com um laboratório equipado com tecnologia de ponta montado em parceria com a Carl Zeiss Vision. Os consumidores são atendidos por consultores ópticos optométricos que elaboram “perfis ópticos” customizados para cada cliente e fazem a adaptação exata da armação e das lentes ao rosto dos usuários.

Mykita: a primeira loja nos Estados Unidos fica no Soho, em Nova York, e é a oitava da grife de design óptico no mundo

Especialização: consultores desenvolvem perfis ópticos customizados dos clientes em mais um ponto de venda com a tradicional parede branca de fundo iluminado que expõe os óculos, marca registrada das lojas Mykita

© Divulgação

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