tamanho da letra : imprimir

A óptica no mundo

Marcolin

Enviar por email

Compartilhar

Vice-presidente como CEO

O atual vice-presidente da Marcolin, Vito Varvaro, acumulará interinamente as funções de CEO (em inglês, “Chief executive officer”, sigla que denomina o cargo de diretor executivo) a fim de dar conta da saída do atual CEO, Massimo Saracchi, que informou em fins de setembro que não seguirá no comando da empresa. Saracchi estava no cargo desde novembro de 2007 e permanecerá como diretor não-executivo da empresa.

 

Safilo

Enviar por email

Compartilhar

Renovação com Kate Spade

Até dezembro de 2015. Essa é a nova data do acordo de licenciamento para desenho, fabricação e comercialização das armações de receituário e óculos solares da marca feminina Kate Spade com a Safilo. A parceria com a marca novaiorquina começou em 2005 e tem opção de ser renovada por ainda mais três anos, pelo menos.

Essilor

Enviar por email

Compartilhar

Centro tecnológico

A Essilor anunciou que está construindo um novo Centro de inovação e tecnologia na cidade francesa de Créteil. O novo prédio, com data de inauguração prevista para 2013, representa um investimento de € 13 milhões, de acordo com a empresa francesa.

Ao reorganizar e reagrupar os times de pesquisa e desenvolvimento e o de engenharia – o que perfaz cerca de 450 profissionais, o novo centro reduzirá o tempo de desenvolvimento de novos produtos para o mercado óptico.

Esse é o segundo de um total de três centros desse tipo que estão nos planos da Essilor. O primeiro fica em Dallas, nos Estados Unidos, e um terceiro será construído na Asia.

A maior parte dos funcionários de pesquisa e desenvolvimento e engenharia da empresa, que atualmente está espelhada por inúmeros locais, será realocada para esses três centros. Todas as unidades são planejadas e construídas de acordo com severas regras e padrões de interação com meio ambiente, além de sistema de economia e otimização do consumo de energia.

 

Vision Expo West

Enviar por email

Compartilhar

Resultados preliminares

Os números iniciais da Vision Expo West dão conta de que a feira de Las Vegas, ocorrida entre 21 e 25 de setembro, manteve os níveis de 2010. Os resultados, ainda não auditados, mostram 12.359 visitantes, queda de 436 pessoas em relação aos números finais do ano passado. Foram ministradas 388 horas de educação continuada, 80 a mais que na edição passada, que atraíram 4.172 profissionais. Em 2012, o evento está marcado para 5 a 8 de setembro no Sands Expo and Convention Center e a previsão é que, até 2020, a Vision Expo West ocorra no mesmo local e em datas entre setembro e outubro.

Esta edição de 2011 marcou os 25 anos da premiação da Optical Laboratories Associations (do inglês, “Associação Norte-americana de Laboratórios Ópticos”), cujo evento foi fundido com a Vision Expo no ano passado como resultado da fusão da Ola com o Vision Councial (a entidade óptica número um dos Estados Unidos) a fim de potencializar o segundo semestre da óptica no mercado norte-americano.

O Ola Awards of Excellence (do inglês, algo como “Prêmios de excelência Ola”) começou em 1987 com apenas sete categorias e hoje contempla 14 segmentos. Os vencedores desta edição foram Zyloware por Randy Jackson 1029 (armação de receituário), Hilco por OnGuard OG220S e Uvex by Honeywell por Trendsetters Titmus TR312S (armações especiais), Nouveau Eyewear por Nickelodeon SpongeBob SquarePants OB05 (armações infantis), Essilor por Varilux Physio DRx e Younger Optics por Adage (design de lentes), Younger Optics por NuPolar 1.67 High Index (material de lentes), Transitions por Neox Transitions Solfx (tratamento para lentes), Transitions por UV Demo Unit (marketing), Digital Vision por RxWizard version 5.4 (software), Eyenavision por Chemistrie+ Reader Lenses (acessórios), Satisloh por Nucleo Blocker (equipamento de surfaçagem), DAC Vision por Quattro Advanced (ferramentas e insumos para surfaçagem), Satisloh por ES-curve (equipamentos de montagem), Precision Tool por Perfect Wrap Edge Blocks (equipamentos e insumos para montagem) e BPI por 119517 UV Luminous Transmittance Photometer (equipamentos de tratamento para lentes).

 

Safilo

Enviar por email

Compartilhar

Dois novos chefes

O executivo Nicola Giorgi é o novo diretor global para marcas próprias da Safilo (cujo portfólio inclui Blue Bay, Carrera, Oxydo, Safilo e Smith) e se reportará diretamente ao CEO, Roberto Vedovotto.

E no último encontro de acionistas, em outubro, os participantes nomearam oficialmente Robert Polet como presidente não-executivo do grupo. Melchert Frans Groot, até então no posto, permanece como membro não-executivo do corpo diretivo, que agora passa a ter uma pessoa a mais (oito no total). De 2004 a 2011, Polet atuou como CEO (em inglês, “Chief executive officer”, sigla que denomina o cargo de diretor executivo) do corpo administrativo do Gucci Group e antes trabalhou 26 anos na Unilever.

 

L’Amy

Enviar por email

Compartilhar

Balmain e Carven no portfólio

A grife francesa Balmain assinou com a L’Amy acordo para criação, produção e distribuição de suas armações de receituário e óculos solares. Desde que foi fundada, em 1945, a Balmain é considerada uma das mais emblemáticas marcas de moda de Paris. O lançamento da primeira coleção, composta de peças masculinas e femininas, ocorrerá na Mido 2012, em março, em Milão.

E as novidades não se limitam a Balmain: a L’Amy divulgou a assinatura de contrato com a também francesa Carven para concepção, produção e distribuição de sua linha de armações de receituário e óculos solares. Fundada em 1945 por Madame Carmen de Tommaso em um atelier na Avenue Champs-Elysées, em Paris, a Carven é conhecida por seu estilo elegante e despojado e é comandada pelo estilista francês Guillaume Henry desde 2009. Os modelos para vestir os olhos serão apresentados também na feira milanesa.

 

Marcolin

Enviar por email

Compartilhar

Mais Montblanc pela frente

No começo de outubro, a Marcolin anunciou que seu contrato de licença para criação, produção e distribuição das armações de receituário e dos óculos solares da Montblanc foi estendido até dezembro de 2016. O acordo, que faz parte do portfólio da Fashion & Luxury Division (a divisão de grifes de moda e luxo da Marcolin), também consolida o relacionamento com o Richemont Group, iniciado em 2001. Conglomerado de marcas de luxo e moda, o Richemont Group detém grifes como Montblanc, Cartier, Van Cleef & Arpels, Chloé, Piaget e Azzedine Alaia.

 

Safilo

Enviar por email

Compartilhar

Plano estratégico aprovado

O corpo diretivo da corporação italiana aprovou o plano estratégico para o período de 2011 a 2015, incluindo a expansão para os mercados emergentes, o desenvolvimento de programas de melhoria da eficiência em todas as áreas da cadeia de valor e uma administração de portfólio com as descritas powerbrands (do inglês, algo como “marcas de poder”), além de projeções de vendas e lucros para os próximos cinco anos.

A companhia afirmou que seus objetivos financeiros foram preparados para serem atingidos de maneira orgânica, considerando a renovação de todas as licenças com expiração durante o período e excluindo projetos como novos licenciamentos ou aquisições de outras companhias e marcas.

Para este ano, a Safilo prevê vendas líquidas de cerca de € 1,1 milhão e débito líquido que faça páreo ao resultado do primeiro semestre, de cerca de € 240 milhões. A expectativa é reduzir o débito a zero em 2015. A visão do plano estratégico 2011-2015 comporta um crescimento anual de 6% a 7%, em especial nos últimos dois anos. A receita deve atingir € 1,2 milhão a € 1,25 milhão em 2013 e € 1,4 milhão a € 1,45 milhão em 2015. Atualmente, as grifes licenciadas representam 80% da receita da Safilo no segmento industrial e o foco nas marcas próprias é uma das alavancas do crescimento.

 

Adeus, “Mr. Jobson”!

A óptica mundial perdeu em 19 de setembro um de seus visionários: o norte-americano Robert A. Amato, mais conhecido como Bob Amato, morreu aos 80 anos, em Nova Iorque. Ex-presidente da Jobson Publishing, criou o jornal Vision Monday e a revista 20/20 e foi participante ativo de vários episódios determinantes do mercado óptico mundial.

Enviar por email

Compartilhar

Seu sobrenome não era Jobson, mas Amato. No entanto, esse novaiorquino nascido em 17 de junho de 1931 começou sua carreira no mercado óptico ao assumir um cargo de vendas na Jobson Publishing. Com o passar do tempo, tornou-se acionista da empresa, sócio majoritário e escreveu a história da imprensa profissional de óptica projetando o nome da Jobson Publishing, originalmente uma empresa fundada por Frank Jobson, em todo o planeta.

Nascido em Corona e criado em Bayside, ambas cidades localizadas no estado de Nova Iorque, Amato viveu muitos anos em Garden City e em Nova Iorque propriamente dita. Há muito, dividia-se entre East Hampton, também no estado de Nova Iorque, e Palm Beach, na Flórida.

Segundo seu filho, Robert S. Amato, Bob Amato viveu o sonho norte-americano de muitas maneiras: depois de se formar na Bayside High, trabalhou na empresa de portas de garagem que a família mantinha em Maspeth, Nova Iorque. No entanto, almejava mais e escolheu a carreira de executivo: começou na General Binding e partiu então para a área de vendas da Jobson Publishing Corporation.

Diante da aposentadoria do fundador Frank Jobson, com pouco dinheiro, mas muita coragem e disposição, Amato liderou uma compra de ações da Jobson Publishing. Sob sua astuta e sábia liderança, elevou a empresa ao topo da informação sobre saúde, com atuação multimídia, internacional e muita inteligência de mercado. “Meu pai sempre foi um visionário apaixonado pelo mercado óptico mundial”, afirmou.

Amato, que se retirou dos negócios em 2005, também estabeleceu presença no mercado brasileiro, ao associar-se ao executivo Flavio Bitelman para fundar a Jobson Brasil, em São Paulo, em 1999. A primeira aquisição da nova empresa foi a VIEW, fundada em 1996, no Rio de Janeiro. A parceria formal manteve-se até a saída de Amato, quando Bitelman tornou-se o único dono da Jobson Brasil. No entanto, a relação com o grupo norte-americano manteve-se firme e forte – até hoje a VIEW tem o direito de usar o conteúdo da 20/20 Estados Unidos e da Vision Monday com exclusividade no Brasil.

Bob Amato: a óptica mundial perde um de seus maiores visionários © Acervo VIEW

A saudade que fica

 

Personalidades do setor comentam a morte de Bob Amato.

 

“Bob foi uma máquina propulsora para a indústria, a empresa e todos os envolvidos no ramo.”

Marc Ferrara, CEO (em inglês, “Chief executive officer”, sigla que denomina o cargo de diretor executivo) da divisão de Serviços de Informação da Jobson Medical Information

“Curioso, apaixonado, sempre lendo, sempre pensando, Bob amava ousar e tentar coisas novas. Sim, era incansável, e quem trabalhou com ele por um longo período sorrirá ao lembrar dele sugerindo o ‘próximo projeto’, enquanto ainda estávamos terminando os últimos três.”

Marge Axelrad, vice-presidente sênior e diretora editorial da Jobson Optical Group

“Bob transformou a Jobson em uma potência editorial. Obter sucesso em uma escala tão grande, sabendo dosar os desejos de anunciantes de empresas muito competitivas, é uma prova de sua diplomacia e tino comercial afiados. E sempre com charme e elegância. A indústria perdeu um verdadeiro estadista e cavalheiro, mas felizmente seu legado sobreviverá.”

Al Berg, co-fundador da Marchon

“Bob foi o primeiro a acreditar que essa indústria que vendia itens médicos poderia vender acessórios de moda. Ele nos inspirou esse ideal e nos deu coragem de persegui-lo e alcançá-lo.”

Claudio Del Vecchio, CEO da Brooks Brothers e membro do conselho da Luxottica Group

 

 

 

Luxottica, aos 50 parte 1

Por ocasião do aniversário de 50 anos da corporação italiana, o diretor executivo Andrea Guerra concedeu uma entrevista à vice-presidente sênior e diretora editorial da Jobson Optical Group, Marge Axelrad, nos Estados Unidos. Nesta primeira parte, Guerra fala sobre como a empresa teve de se ajustar a uma plataforma global de atuação e como a velocidade da mudança exige mais planejamento. E também comenta sobre o impacto na produção geral da Luxottica ao se aprofundar em mercados locais. Por fim, Guerra comenta como o fundador, Leonardo Del Vecchio, ainda influencia a cultura atual da empresa.
Texto em inglês Marge Axelrad Tradução Fabrizio Del Ducca Edição Andrea Tavares

Enviar por email

Compartilhar

A Luxottica atua em muitos segmentos de negócios em vários mercados. Que áreas precisam ser aperfeiçoadas?

Um dos grandes desafios tem sido conectar a empresa internamente, para garantir a capacidade de atender todos os 150 mil clientes em todo o mundo de forma adequada, onde quer que estejam. Esse tem sido um desafio constante.

Por exemplo, quando se atende um cliente em Paris, sabe-se que é um serviço de 36 horas. Mas quando se atende um cliente em Guandjou, na China, cinco dias tem sido um bom prazo. O plano da Luxottica para os próximos três anos é atender os clientes na China como se estivessem em Paris, esse é o grande desafio. Culturas diferentes significam diferentes infraestruturas. Mas para atuar igualmente nesses mercados e interagir com os consumidores de forma adequada, há um trabalho de 360º que está virando a empresa de cabeça para baixo e de dentro para fora.

 

Como exemplificar melhor isso? Cinquenta anos atrás, Leonardo Del Vecchio estava envolvido com ferramentas e partes, produzindo e fornecendo produtos a outras empresas. E então passou a fabricar as próprias armações e mudou o modelo de distribuição. Agora, a Luxottica é uma empresa global, com fábricas em várias partes do mundo. A competência da empresa é única, mas a meta é ter uma estratégia que olhe para frente, não que apenas execute. Como isso se dá?

Por um lado, o mundo está crescendo. Por outro, sempre que se atua em alguma região, o trabalho tem de ser muito mais profundo. A maneira de atuar, de interagir com os clientes de forma adequada, servindo clientes e consumidores, os produtos, o marketing, as lojas, a tecnologia digital, as pessoas, a cadeia de suprimentos – tudo isso está conectado em um pacote de 360º. Isso exige uma mudança radical na forma com que a empresa se organiza, se conecta e como faz as coisas acontecerem.

De forma geral, há cinco anos muitas lojas mantinham a mesma vitrine por uns dois meses. Então, há uns três anos passaram a mudar a vitrine todo mês e agora precisam renová-la a cada 15 dias.

Uma das grandes mudanças que a crise econômica gerou reside nos segmentos premium e de luxo. Até 2007, achávamos que éramos campeões do mundo nesses dois segmentos. Tínhamos boas marcas com bons produtos colocados no mercado com acréscimo de 20% em relação aos produtos de outros segmentos.

Hoje, o cenário é completamente diferente. É preciso ter credibilidade naquilo que se está fazendo, usar materiais que traduzam o trabalho artesanal, a inovação, a tradição e o industrial. É preciso ser capaz de conectar texturas e tecidos nos óculos e lançar mão de detalhes que façam as armações se parecerem com joias.

Dessa forma, a Luxottica está operando, provavelmente, com uma redução de 5% a 6% no total de modelos a cada ano e, provavelmente, com uma redução de 10% nas unidades de manutenção de estoque a cada ano nos últimos três anos, mas sempre fazendo questão que o trabalho seja sólido.

 

Você acha que a internet está impondo a idéia de que as coisas podem ser pequenas, personalizadas, afirmando cada vez a influência dos amigos sobre os consumidores? O que essa tendência de nichos de mercado significa para a Luxottica?

É preciso planejar melhor e compreender quem são os consumidores. O que é fantástico hoje é poder ter um relacionamento personalizado com os consumidores. Quando se opta por atuar na internet de forma ampla ou aleatória, em princípio pode parecer bastante eficiente, mas isso não trará resultados efetivos. É preciso fazer o dever de casa antes de qualquer coisa.

Eu tenho minha loja ou a minha marca. Com quem estou falando? Com quais segmentos de consumidores estou falando? Como posso personalizar essa comunicação? Nesse mundo em que tudo é muito acelerado, o planejamento se tornou algo muito mais importante que nunca. Na verdade, pode ser contraintuitivo. Estamos andando muito mais rápido do que antes, mas gastamos muito mais tempo no planejamento do que antes.

 

Observando as lojas, você sente que alguma coisa em particular tem de mudar por causa da internet ou da tecnologia?

Para começar, é preciso ter em mente que os clientes sabem muito mais do que sabiam no passado. Diante disso, deve-se estabelecer um nível diferente de interação com eles. Quando o lojista conhece bem a Oakley, por exemplo, a venda dispara. Quando não, muitas vezes os consumidores sabem mais do que quem vende. Então, todos precisam fazer melhor o dever de casa; não apenas sobre marcas, mas sobre lentes, tomada de medidas, serviços, relacionamento de longo prazo e comunicação com o consumidor. Ou seja, pode-se contribuir tanto para a saúde dos consumidores que algumas vezes nem se tem noção disso. Os olhos e a visão trazem tanto para as pessoas.

 

Como você vê essa mudança? Aumentar a compreensão do consumidor sobre a visão é, hoje, um dos desafios do mercado. Como você acredita que isso está mudando e qual é o seu papel como um dos líderes desse ramo?

Os investimentos que precisam ser feitos nos próximos três, cinco anos em exames oculares são enormes. Constata-se isso no relacionamento com os consumidores e o retorno que se tem deles. Um exame de vista especial viabiliza todas as etapas que vêm depois. Mas todos precisam investir um pouco mais nas relações com o consumidor e em tecnologia. Todas as empresas, das pequenas às grandes. É a tecnologia digital, um presente que se tem hoje disponível e precisa ser mais bem utilizado.

 

Quais são as três características que não mudaram na Luxottica, mesmo 50 anos depois e com toda a expansão?

Quando uma empresa é liderada por tanto tempo por um empresário, em muitos aspectos diferentes dos negócios, o empreendedorismo permanece lá. Existem algumas características de Leonardo Del Vecchio que se aplicam a isso.

Ele é um homem muito apaixonado. E nós somos 62 mil funcionários em todo o mundo. Talvez nem todos, mas uma grande parte esteja pronta para dar aquela hora a mais, aquele metro a mais para deixar clientes e consumidores satisfeitos. Por ser um homem que dirigiu, às vezes sozinho, uma grande empresa, teve de ser capaz de simplificar as coisas e ser ágil. E aí, mais uma vez, quando a Luxottica trabalha, e quando a Luxottica trabalha bem, lá estão essas características que nunca mudaram.

 

Até lá

 

Na VIEW 118, na segunda e última parte da entrevista, as colocações de Andrea Guerra sobre as mudanças no mercado internacional, o surgimento das economias dos países emergentes e as oportunidades em tecnologia e internet.

Andrea Guerra: “É preciso ter em mente que os clientes sabem muito mais do que sabiam no passado. Então, todos precisam fazer melhor o dever de casa; não apenas sobre marcas, mas sobre lentes, tomada de medidas, serviços, relacionamento de longo prazo e comunicação com o consumidor. Ou seja, pode-se contribuir tanto para a saúde dos consumidores que algumas vezes nem se tem noção disso. Os olhos e a visão trazem tanto para as pessoas.”

© Divulgação

 

Enviar por email

Compartilhar

Últimas edições